Nehwon - Pathfinder

Dia da Lebre, Mês do Javali, Ano do Titã

Onde estou?

Você acorda de um pesadelo com uma mistura de sons – rangidos e estalidos de madeira, chacoalhar de metal, bater de lonas, e ao fundo um rugir do oceano.

Passadas e vozes acima de você, neste momento você realiza que você não está onde foi dormir.

Sua garganta, boca e nariz estão queimando, cheios de fumaça de alguma coisa ácida e desagradável, mas este cheiro parece estar sendo substituído por um aroma doce de ervas.

O mais estranho – você sente que você esteve drogado e que acaba de acordar, ainda meio grogue, de um longo sono num colchão duro. Você se sente moído, com fome e sede, o que confirma isto.

Está escuro, e você está deitado no solo. Fachos de luz brilham na parede acima da sua cabeça, e uma coluna brilhante sai de uma abertura parcial no teto no centro da sala, de onde você identifica uma escada.

Aparentemente você está em um barco, e você percebe que não somente está deitado no solo, mas também com correntes nos pulsos e pescoço. Ao seu redor existem outras pessoas acorrentadas, sussurrando entre elas ou com elas mesmos, conforme vão acordando, com uma variedade de sotaques e idiomas. Alguns estão chorando, outros praguejando e puxando suas correntes.

Você agora é um escravo, ou a caminho de se tornar um.

Conversa de Preso

Após algumas conversas, planos de escapar da cela (abaixo), testes sem sucesso, e desaforos, vocês tem as seguintes informações:

  • São 14 os prisioneiros:
    1. Lino – humano ferreiro (NPC), Odesa – elfa comerciante (NPC), Geremias, o coelho – humano fugitivo (NPC), Waldir – humano mingol marinheiro (NPC), Victor – humano maltrapilho desmemoriado (NPC) e Diana – trovadora do norte (NPC);
    2. Dean – elfo caçador (Eduardo), Twareg – humano peregrino de Ilala (Marcelo), Groom – anão ferreiro (Ricardo), Deimos – humano do norte a espada de Kos (Fabio), Rufus Iceblade – humano guardião das pradarias de Lankhmar (Felipe), Borba Gato – humano sem pêlos feiticeiro (Pedro), Yama – elfo, a mão de Skama (Leo);
  • Vocês estão no mar de fora, na linha do fim do mundo (SE de Lankhmar), a uns três dias da costa.
  • Estamos no meio da tarde, o mar está calmo.
  • Seus pertences parecem estar no quarto do capitão.
  • Segundo Waldir, fugir no meio do mar não é uma boa idéia, e só nos levará a morte.
  • Tirando o Geremias, todos os outros estão mais calmos e apóiam um plano de fuga. Geremias quer fugir agora.

Primeiro Combate

No cair da tarde, vocês escutam abordar de um navio escravagista. No lançar das pranchas, quatro piratas descem ao cárcere, e dois deles encaminham parte dos prisioneiros para retornar ao convés do navio. Os outros dois, um pirata e uma pirata, permanecem vigiando os prisioneiros, provavelmente aguardando o retorno dos dois que subiram.

Numa oportunidade, Deimos pronuncia uma palavra de ordem a um dos piratas que continuavam abaixo: “Dê-me”. O pirata, sem se dar conta, entrega as chaves que estavam na mão! Alguns segundos se passam, e os prisioneiros olham atônitos para o evento que acaba de ocorrer. Meio sem compreender o que aconteceu, o pirata tenta corrigir a besteira que acaba de fazer. Ao ver que o pirata recuperaria rapidamente as chaves, Deimos passa a mão nas facas que se encontram na cintura dele. Vendo a ação acontecer, os outros prisioneiros, investem contra os dois piratas.

Após alguns golpes, o primeiro pirata cai, este, antes de esmorecer, jogar as chaves para fora do alcance dos prisioneiros. Borba entoa um cântico que faz com que uma mão espectral apareça próximo às chaves, e estas flutuam em sua direção trazendo o gosto da liberdade.

Com alguma dificuldade de se mover, os prisioneiros cercam a pirata, e Twareg a imobiliza. A pirata é morta pelo Dean e Groom.

Ao se libertar, Rufus começa a se esgueirar para chegar à saída no teto, mas neste momento dois tríbulos fumegando são arremessados para dentro e a saída lacrada. Todos prendem a respiração. Alguns encantamentos são lançados, mas vocês resistem bravamente.

Com isto uma das três portas é escolhida para ser arrombada.

Algum tempo depois, uma passagem para um quarto idêntico, cheio de mantimentos do navio. A saída no teto deste cômodo também se encontra lacrada. Uma porta, que não está lacrada, parece se a única saída. Um novo encantamento faz com que o quarto fique cheio de fumaça, e a visão quase impossível.

Segundo Combate

Ao abrirem, vocês se deparam com 16 “red shirt”, armados de adagas. Trava-se uma batalha sangrenta (para o lado dos “red shirt”), sabendo que eles pareciam ter ordem de não vos machucar. No meio desta batalha um humano em vestes esquisitas aparece, e logo após, uma criatura gorda com cerca de 1,2 metros. Esta criatura fala (apontando para Deimos):

“mestre, aquele serve”

Quase ao final da batalha, o Deimos corre em direção aos dois seres e é atingido, caindo inconsciente aos pés da escada que leva ao convés. A criatura fala:

“mestre, ele veio até mim”
, e arrasta o corpo de Deimos para o convés.

Outros chegam aos pés da escada, e acabam por derrubar o humano em vestes esquisitas.

Encontro Inesperado

Um outro navio aparece no horizonte, o vento cessa. A equipe do outro barco começa a retornar levando um baú. A equipe deste barco começa uma movimentação para tentar impedir o retorno do baú.

Já no convés, Deimos é acordado pela criatura, encontra-se ao lado de Victor, e ela lhe fala:

“Posso ajudar vocês a sair daqui, mas preciso de algo seu. Você está de acordo em me ceder?”

Após uma avaliação, Deimos aceita a oferta.

A criatura toma o pulso para obter o sangue, e Deimos, para evitar o contato direto, faz um talho no pulso.

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Dia da Lebre, Mês do Javali, Ano do Titã (Continuação):

Onde estou?

Encontro Inesperado

Na escada, Felipe e Marcelo acabam com o humano em vestes esquisitas.

No porão, Eduardo, Ricardo, Leo e Pedro terminam com os piratas red-shirts.

Aos que chegam no convés, logo acima da cabeça, uma vela com o desenho da cintura para cima de uma mulher nua portando duas cimitarras (Virago). E justo ao lado, um outro navio com o desenho de um tigre envolto por um círculo vermelho com oito setas espalhadas (Caldeirão das Lamentações).

Um terceiro navio aparece no horizonte, e misteriosamente o vento cessa. A equipe do Caldeirão das Lamentações começa a retornar levando um dos baús. A equipe do Virago começa uma movimentação para tentar impedir o retorno dos baús. A disputa entre os dois barco fica intensa, e a equipe do Virago, já reduzida em função das baixas no porão, acaba esquecendo dos prisioneiros. Uma chuva esporádica de fechas assola o Virago.

Já no convés, Fábio é acordado pela criatura, encontra-se ao lado de Victor, e ela lhe fala: “Posso ajudar vocês a sair daqui, mas preciso de algo seu. Você está de acordo em me ceder?”.

Após uma avaliação, Fabio aceita a oferta.

A criatura toma o pulso para obter o sangue, e Fábio, para evitar o contato direto, faz um talho no pulso. Fábio nota que a coleira no pescoço da criatura parece estar ficando translúcida.

Um Fluxo de Mana Bizarro

Após isto, um fluxo de energia sai da criatura, iniciando uma distorção uns metros da frente do Virago. Uma correnteza começa a puxar os dois barcos, o Virago, por ser mais leve, se movimenta mais rápido, mas o processo de mover-se em direção à distorção ainda é lento.

Enquanto a velocidade aumenta, o barco passa a sacolejar.

Borba (Pedro) cai no chão, lambendo até o último resíduo de poeira, e acaba por se agarrar numa escada.

Deimos (Fábio), novamente pronuncia uma palavra de ordem à criatura: “Pula”. Quando observa que a criatura foi parar na água, chama Rufus para obter as chaves e liberar os outros prisioneiros. Este processo toma bastante tempo, pois a aflição deles é enorme devido a Geremia, que tinha sacado uma adaga que estava escondida na sola da sandália e estava ameaçando todos, querendo ser solto o mais rápido possível.

Yama (Leo), corre para o convés superior e tenta manter o timão sob controle, mesmo desconhecendo como se navega, e dá ordens para desatar as amarras entre os dois navios. Durante este tempo, fica observando a criatura se debater na água sendo arrastada para a distorção.

Rufus (Felipe), ainda meio perdido, tenta encontrar o quarto do capitão. Ele lança um encantamento que cria uma barreira escudo que segue sua mão esquerda. Quando é chamado por Deimos para entregar as chaves, vai prontamente, e utiliza-se da barreira escudo para proteger Deimos e os outros prisioneiros.

Dean (Eduardo), ainda meio que sem equilíbrio, faz o possível para seguir as ordens do Yama, e desatar as amarras. Olhando para a escada no convés, ele vê um grande corvo sair do porão e dirigir-se ao Caldeirão das Lamentações.

Ao cruzar a distorção, vocês observam uma tempestade e uma ilha sombria ao fundo.

Do outro Lado da Distorção

Alguém grita, cuidado com as pedras. Um dos piratas corre para pegar o timão (Yama não oferece resistência), mas é muito tarde, o naufrágio é certo. Sobra apenas tempo para agarra-se a uma corda ou escada antes de ir ao mar. Algum tempo depois, apenas pensando em sobreviver, vocês chegam a praia; molhados, cansados, com fome, com frio, ainda cheio de dores do cárcere e do primeiro combate no porão.

Já na praia, após algum tempo de descanso, vocês observam que em vários pontos existem outros sobreviventes, mas que aos poucos boa parte parece tentar se esconder. Após a motivação dada pelo Borba (Pedro): “Temos que matar estes piratas”; vocês se unem para fazer um arrastão na praia, e partem para oeste.

Num primeiro pirata caído que encontram, Borba (Pedro) já chega chutando a cabeça, mas ai percebe que ele já está morto, ao virá-lo de cabeça para cima, uma flecha no coração.

Ao se aproximar do final da praia, vocês escutam o barulho de alguns dos escravagistas que ainda estavam a bordo do Virago antes do naufrágio correndo em direção a vocês com espadas em punho.

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Dia da Carpa, Mês do Javali, Ano do Titã:

Onde estou?

Do outro Lado da Distorção

Já na praia, após algum tempo de descanso (breve), vocês observam que em vários pontos existem outros sobreviventes, mas que aos poucos boa parte parece tentar se esconder. Após a motivação dada pelo Borba (Pedro): “Temos que matar estes piratas”; vocês se unem para fazer um arrastão na praia, e partem para oeste.

Num primeiro pirata caído que encontram, Borba (Pedro) já chega chutando a cabeça, mas ai percebe que ele já está morto, ao virá-lo de cabeça para cima, uma flecha no coração.

Ao se aproximar do final da praia, vocês escutam o barulho de alguns dos piratas que ainda estavam a bordo do Virago antes do naufrágio correndo em direção a vocês com espadas em punho. Ver mapa abaixo

O Primeiro Combate

O combate começa com uma rede sendo arremessada que erra os alvos. Três piratas atacam bravamente os PCs, muitos golpes deferidos sem sucesso em ambos os lados. Dean parece perceber movimentos na areia há alguns metros ao norte do combate. Um primeiro pirata perece com uma estocada de Yama, logo em seguida um segundo pirata cai no chão estribuchando após ataques de Rufus e ataques mágicos de Borba. Num dado momento, o capitão, conhecido como Vartan, chega pelo lado oposto da batalha, surpreendendo o grupo. Logo em seguida, Dean perece após uma série de golpes deferidos por Vartan. A batalha continua, e com uma magia de cores faz com que o terceiro pirata caia inconsciente no chão (tipo efeito de ácido anos 60). A batalha continua, e num movimento de escapada, Yama profere uma palavra de ordem, “Larga!”. Vartam soltas as armas, e ao tentar recuperar suas armas, é acertado por Rufus. Borba, ao tentar tomar uma posição mais conveniente, acaba sendo surpreendido por um quarto pirata que estava escondido nas areias. Rufus acaba caindo. Logo em seguida Borba e o quarto pirata tomba. Por último, naquele confronto face a face com Vartan, leva a um total desespero de Yama, que vendo todos os recentes colegas no chão, tira forças do seu âmago, e mata Vartan.

Um Breve Descanso

Uma pequena recuperação, o grupo procura um local para dormir, transportando os colegas inconscientes, e arrastando os corpos para um outro lugar. Todos os piratas são vilipendiados.

No alvorecer, uma neblina muito densa que dourou até cerca de 10:00, o grupo aproveito para descansar um pouco. O Yama procurou um local mais alto para fazer vigia, e proteger a party. Com o sol aumentado, o aquecer da terra faz com que a neblina baixe, e com isto vocês podem observar o local do naufrágio, uma torre a nordeste de onde acamparam, uma praia a oeste. Com isto vocês passaram a chamar a praia onde vocês estavam de praia sul.

Um Novo Encontro

Cerca das 11:00, Yama percebe 3 figuras voadoras indo de leste para sudoeste. A um dado momento, uma das figuras parece vir em direção ao grupo. Yama começa a correr nas pedras para descer e se unir ao grupo.

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Welcome to your Adventure Log!
A blog for your campaign

Every campaign gets an Adventure Log, a blog for your adventures!

While the wiki is great for organizing your campaign world, it’s not the best way to chronicle your adventures. For that purpose, you need a blog!

The Adventure Log will allow you to chronologically order the happenings of your campaign. It serves as the record of what has passed. After each gaming session, come to the Adventure Log and write up what happened. In time, it will grow into a great story!

Best of all, each Adventure Log post is also a wiki page! You can link back and forth with your wiki, characters, and so forth as you wish.

One final tip: Before you jump in and try to write up the entire history for your campaign, take a deep breath. Rather than spending days writing and getting exhausted, I would suggest writing a quick “Story So Far” with only a summary. Then, get back to gaming! Grow your Adventure Log over time, rather than all at once.

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